quarta-feira, 2 de abril de 2014


Cabelo, cabeleira...


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Quando eu era mais novo, eu achava que aparência era tudo.
Bom, a aparência conta bastante, mas naquela época era bom estar na moda.

Eu contava sempre em estar bem e com visual moderninho. Seguindo uma tendência, resolvi fazer luzes californianas no meu cabelo.
Cheguei na cabeleireira da minha mãe e mostrei como eu queria.

Estava me achando pois meu cabelo ia ficar muito bonito e tals. A moça foi fazendo uns montinhos de cabelo e foi pintando.
Até aí tudo bem. Quando a danada lavou meu cabelo e eu olhei no espelho, simplesmente quis morrer.
Além do tom de loiro natural, parecia amarelo ovo. Parecia que eu tinha levado uma ovada.
Fingi que gostei e enquanto andava pelas ruas, pensava comigo: PQP, E AGORA? COMO VOU SAIR NA RUA DE NOVO?

Envergonhado e rezando para não encontrar ninguém conhecido na rua, cheguei em casa correndo. Meus pais quiseram me matar, óbvio.
E para piorar ficaram me chamando de Zina. (quem lembra dessa bizarrice?)

Entendam:



Eu entrei lá querendo ser o top do topo e sai de lá no fim da lista com o cabelo do Zina. Tudo me havia passado na cabeça, em até raspá-la. Mas minha mãe gênia, ligou pra mulher e fez ela pintar meu cabelo. Só que aí ela fez uma luz reversa: pintou todo meu cabelo pro tom natural e deixou alguns fios loiros.

Aí eu gostei:

Mas tudo não passa de aprendizado.
Meu cabelo nunca mais foi o mesmo e até hoje eu sinto que ele está emburrado comigo.
Fazer o que, pelo menos eu sei que não farei essas luzes novamente. Jamais!

Pedro, o que tinha o cabelo cor de ovo.



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